Seja o primeiro a receber nossas atualizações

Insira o seu endereço de email abaixo para receber gratuitamente as atualizações do blog!

Eu te garanto 100% de privacidade. Seus dados não serão compartilhados

O poder da mente humana na educação financeira pessoal.

27 de abril de 2018

Na introdução das palestras e workshops de Educação Financeira Pessoal, costumamos orientar sobre o poder da mente humana. Seriamos levianos se partíssemos diretamente para a aplicação de planilhas e outros métodos de controle orçamentário. Provavelmente os expectadores, ali sedentos de conhecimento a fim de melhorar suas vidas financeiras, já tentaram várias opções de organização financeira,  sem sucesso, tais como: aplicativos, planilhas, caderninho, envelopes.

 

Levando em consideração que as decisões econômicas são processadas, sentidas e realizadas pelo cérebro de uma forma geral. E diante das tentativas fracassadas, passamos a orientar sobre o cérebro humano. Além da divisão habitual feita pela literatura, consciente e subconsciente, propomos o estudo da Teoria do cérebro triuno, criada em 1970 por Paul MacLea:

  • Neocortex – representado pela fala, escrita, raciocínio. É responsável pela razão. Em uma ação de compra, primeiro o consumidor toma a decisão depois ele justifica. É na hora da justificativa que o córtex entra em ação.
  • Sistema Límbico – é o responsável pelas emoções; medo, prazer, recordações, memória de longo prazo. A recordação repetida, guiada pela experiência autoriza a aprendizagem indispensável as ações econômicas.
  • Cérebro Reptiliano – é o cérebro decisor, onde são decididas as compras por impulso. Ele é compulsivo e estereotipado.

Com essa teoria concluímos que as emoções continuam a dirigir o nosso comportamento, sendo um fator decisivo nos processos de escolha.

É importante verificar que podemos  usar todo nosso potencial a favor das nossas metas e  objetivos. Alinhando o nível de consumo ao orçamento programado é possível tornar o saldo financeiro positivo e iniciar um investimento.

 

Mas afinal o que isso tem a ver com Nudge e Econômica Comportamental?

Eu diria que tudo.

Nudge nada mais é que o termo inglês que significa cutucada, ou seja empurrõeszinhos em nosso processos cerebrais relacionados a escolhas e preferências.

Sabendo como as pessoas pensam é possível criar um modelo de escolha que levará você ou qualquer mente “sem controle” ao consumo desenfreado ou desnecessário de produtos e serviços.

A chave é compreender como tomamos decisões e como podemos escolher produtos e serviços condizentes com nosso padrão de vida.

 

Então você prefere ter o controle ou ser controlado?

 

Darla Viviane Cavalcante Lopes  – darlalopes@gmail.com